Cultivo agroecológico
Sem agrotóxicos, com adubação orgânica, compostagem e respeito ao ciclo de cada espécie na Mantiqueira.

um livro vivo
Um encontro vivo entre plantas, saberes, aromas e presença no O Bosque.
Conheça a tradição da Hora do Chá, caminhe pelo nosso herbário e descubra as plantas medicinais que fazem parte da alma do O Bosque.
O Herbário
Nosso herbário nasceu do desejo de reaproximar as pessoas das plantas que sempre cuidaram delas. Cada canteiro é identificado, cada espécie tem sua história, seu uso tradicional e seu lugar na mesa, no chá e na memória afetiva de quem visita.
Sem agrotóxicos, com adubação orgânica, compostagem e respeito ao ciclo de cada espécie na Mantiqueira.
Placas com nome popular e científico acompanham os canteiros, transformando o passeio em aprendizado.
Grupos, retiros e escolas percorrem o herbário com condução, colheita orientada e degustação.
A tradição da Hora do Chá
Um quiosque de madeira e sapé em meio à mata, onde a água ferve devagar e o chá é feito com o que acabou de ser colhido no herbário. É o convite para desacelerar: escolher as folhas, sentir o aroma, esperar a infusão e beber sem pressa. A Hora do Chá é um ritual de presença, uma pausa coletiva que atravessa a tarde do Bosque.

Passeio pelo herbário
Entre canteiros identificados, aromas e texturas, o passeio é conduzido devagar: tocar, cheirar, provar e ouvir as histórias de cada planta.




















Livro das espécies
Navegue como quem folheia um livro: busque pelo nome, escolha uma letra ou filtre por intenção de uso. Cada página traz uma planta do canteiro real do O Bosque.

Justicia pectoralis
Nome popular com variações regionais; espécie em validação botânica.
Erva rasteira de folhas macias e perfume adocicado quando secas. Cresce bem à meia-sombra e forma pequenos tapetes verdes no canteiro.
Tradicionalmente associada ao alívio da tensão nervosa e a momentos de recomeço. Na cultura popular brasileira aparece em banhos e infusões leves ligadas ao relaxamento e à clareza mental.
Curiosidade
Em várias comunidades tradicionais brasileiras é plantada perto da entrada da casa, como um gesto simbólico de acolhimento.
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As informações sobre plantas medicinais têm finalidade educativa, cultural e histórica. Elas não substituem orientação médica, fitoterápica ou acompanhamento profissional. Algumas plantas podem ter contraindicações, toxicidade ou interações com medicamentos.
Erva rasteira de folhas macias e perfume adocicado quando secas. Cresce bem à meia-sombra e forma pequenos tapetes verdes no canteiro.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associada ao alívio da tensão nervosa e a momentos de recomeço. Na cultura popular brasileira aparece em banhos e infusões leves ligadas ao relaxamento e à clareza mental.
Usos tradicionais: Na cultura popular, associada à limpeza de ambientes e à abertura de novos ciclos; Tradicionalmente usada em banhos e defumações; Folhas secas perfumam sachês e travesseiros
Curiosidade: Em várias comunidades tradicionais brasileiras é plantada perto da entrada da casa, como um gesto simbólico de acolhimento.
Arbusto perene de folhas estreitas e resinosas, muito aromático, que adora sol pleno e solo bem drenado.
Uso terapêutico: Popularmente associado à disposição, à concentração e ao conforto digestivo após refeições. Na fitoterapia popular é lembrado em infusões e óleos aromáticos usados para revigorar corpo e mente.
Usos tradicionais: Clássico da cozinha: pães, assados, batatas e azeites; Popularmente usado em infusões após refeições; Presente em banhos aromáticos e defumações
Curiosidade: No Mediterrâneo antigo, era símbolo de memória e fidelidade. Estudantes gregos usavam ramos na cabeça durante os estudos.
Subarbusto de folhas azuladas e cheiro forte e inconfundível. Rústica, resiste bem ao sol e à seca.
Uso terapêutico: Na tradição popular é planta de uso externo, lembrada em banhos e compressas aromáticas. Não é indicada para uso interno: pode ser tóxica e é contraindicada na gestação. Procure sempre orientação profissional.
Usos tradicionais: Fortemente ligada à cultura popular como planta de proteção; Usada em banhos e amuletos na tradição brasileira; Uso interno não é recomendado sem orientação profissional
Curiosidade: É a planta do famoso ramo atrás da orelha, gesto herdado de tradições ibéricas trazidas ao Brasil.
Herbácea alta, de folhas recortadas e face prateada. Cresce vigorosa e perfuma o canteiro ao ser tocada.
Uso terapêutico: Tradicionalmente utilizada para o conforto digestivo e para o cuidado dos ciclos femininos na medicina popular. Em usos tradicionais asiáticos é a base da moxabustão, ligada ao aquecimento do corpo.
Usos tradicionais: Tradicionalmente associada ao conforto digestivo em infusões leves; Muito usada em defumações e rituais de passagem; Aromatiza banhos e escalda-pés
Curiosidade: Seu nome homenageia Ártemis, deusa grega da natureza selvagem; na Ásia é a base da moxabustão.
Suculenta de folhas grossas cheias de gel transparente. Vive muito bem no sol e pede pouca água.
Uso terapêutico: Popularmente associada ao cuidado da pele, de queimaduras leves e dos cabelos, pelo gel fresco das folhas. O uso interno não é recomendado sem acompanhamento profissional.
Usos tradicionais: Popularmente usada no cuidado da pele e dos cabelos; Gel presente em cosméticos artesanais; Uso interno exige orientação profissional
Curiosidade: Registros egípcios de mais de 3 mil anos já citavam a babosa em preparos de beleza e cuidado.
Pequena suculenta de folhas brilhantes e arredondadas, comum nos quintais brasileiros.
Uso terapêutico: Na fitoterapia popular aparece ligada ao conforto do estômago e a pequenas irritações da pele. Tradicionalmente usada em folhas amassadas para compressas caseiras.
Usos tradicionais: Na medicina popular, folhas maceradas em compressas; Tradicionalmente associada ao conforto do estômago; Ornamental e fácil de propagar por estaquia
Curiosidade: É conhecida como 'saião' em muitas regiões e costuma ser presenteada entre vizinhos em forma de muda.
Arbusto de folhas aveludadas e amargas, presente em praticamente todo quintal brasileiro.
Uso terapêutico: Popularmente associado ao cuidado digestivo, especialmente após refeições pesadas. Em muitos quintais brasileiros é lembrado como planta amarga ligada ao fígado, ao estômago e à digestão.
Usos tradicionais: Popularmente utilizado em infusões após refeições pesadas; Muito associado ao conforto digestivo na cultura popular; Sabor amargo marcante, usar em pequenas quantidades
Curiosidade: É chamado de 'falso-boldo' porque o boldo original é chileno, mas foi o brasileiro que virou tradição doméstica.
Planta de caules espiralados e folhas largas, que ama solos úmidos e sombra parcial.
Uso terapêutico: Na medicina popular brasileira é tradicionalmente relacionada ao sistema urinário e ao efeito diurético leve. Aparece em infusões caseiras ligadas à sensação de limpeza do organismo.
Usos tradicionais: Tradicionalmente usada em infusões na medicina popular; Brotos e caules tenros aparecem em receitas regionais; Ornamental de grande presença nos canteiros úmidos
Curiosidade: Seu caule cresce em espiral, buscando luz, num pequeno espetáculo geométrico da mata brasileira.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Touceira de folhas longas e cortantes, com aroma cítrico intenso liberado ao esfregar.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associado ao relaxamento, ao conforto digestivo e aos momentos de pausa. Na cultura popular aparece em infusões usadas para acalmar, acolher e favorecer uma sensação de tranquilidade.
Usos tradicionais: Um dos chás mais queridos da Casa de Chás; Popularmente associado ao relaxamento e ao fim do dia; Usado em caldos, xaropes e drinques sem álcool
Curiosidade: Na culinária asiática é conhecido como lemongrass e perfuma curries e sopas há séculos.
Planta de ramos alados, sem folhas visíveis, de sabor amargo e presença marcante nos campos do sul e sudeste.
Uso terapêutico: Popularmente associada à digestão e ao cuidado do fígado, é uma das ervas amargas mais conhecidas do Brasil. Tradicionalmente tomada em infusão, em pequenas quantidades.
Usos tradicionais: Infusão tradicionalmente associada ao conforto digestivo e hepático; Muito usada na cultura popular do interior; Amargor forte: combina com misturas suaves
Curiosidade: Sua fotossíntese acontece nos próprios caules achatados, e por isso ela quase não tem folhas.
Herbácea de aroma forte e folhas muito recortadas, com pequenas flores amarelas em botão.
Uso terapêutico: Na tradição popular é lembrada em banhos aromáticos e em infusões associadas ao relaxamento e ao alívio de dores de cabeça leves.
Usos tradicionais: Tradicionalmente usada em banhos aromáticos; Presente em defumações e limpezas de ambiente; Repelente natural em hortas e canteiros
Curiosidade: Era pendurada em portas e janelas no Brasil rural para afastar insetos, unindo perfume e função na mesma folha.
Hastes verdes, ocas e articuladas, sem flores. Cresce em beiras úmidas e forma pequenos bosques verticais.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associada ao efeito diurético e ao fortalecimento de unhas e cabelos, por sua riqueza mineral. Popularmente usada em infusões e compressas.
Usos tradicionais: Infusão popularmente associada ao equilíbrio dos líquidos do corpo; Presente em cosméticos artesanais para cabelo e unhas; Rica em minerais, especialmente sílica
Curiosidade: É um fóssil vivo: seus parentes cobriam a Terra há mais de 300 milhões de anos, antes das flores existirem.
Botão floral seco de aroma quente e picante, um dos temperos mais antigos do mundo.
Uso terapêutico: Popularmente associado ao conforto digestivo e ao alívio de desconfortos na boca e na gengiva. Na cultura popular é lembrado pelo aroma quente e pelo uso em chás de inverno.
Usos tradicionais: Base de chás de inverno, quentões e compotas; Popularmente associado ao conforto digestivo; Usado em defumações e sachês aromáticos
Curiosidade: No século XVI, valia quase o próprio peso em ouro e moveu rotas inteiras de navegação.
Rizoma de cor alaranjada intensa e folhas largas e brilhantes. Gosta de calor, umidade e matéria orgânica.
Uso terapêutico: Na fitoterapia popular aparece ligada ao conforto digestivo e à sensação de bem-estar articular. Tradicionalmente usada como raiz ralada ou em pó, junto a alimentos.
Usos tradicionais: Tempero dourado em arroz, sopas, pães e leites vegetais; Popularmente associada ao conforto digestivo; Corante natural em alimentos e tecidos
Curiosidade: Na Índia é chamada de 'ouro da terra' e participa de rituais de casamento há mais de 4 mil anos.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Herbácea ornamental de folhas coloridas, batizada pelo uso popular associado ao alívio de desconfortos leves.
Uso terapêutico: Nome popular associado a diferentes espécies, conforme a região. É tradicionalmente lembrada em infusões caseiras ligadas ao alívio de desconfortos leves e dores de cabeça.
Usos tradicionais: Na cultura popular, folhas usadas em compressas; Cultivada como bordadura colorida no herbário; Uso interno requer orientação profissional
Curiosidade: Muitas plantas brasileiras ganharam apelidos de remédios de farmácia, num retrato bem-humorado da medicina caseira.
Arbusto de folhas aveludadas e perfume cítrico suave, muito comum nos quintais do Brasil.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associada ao relaxamento, ao sono tranquilo e ao conforto digestivo. É uma das infusões mais presentes nas casas brasileiras nos momentos de acalmar o fim do dia.
Usos tradicionais: Chá tradicionalmente associado ao relaxamento; Popularmente usado antes de dormir; Combina com melissa, capim-cidreira e camomila
Curiosidade: É chamada de falsa-melissa: mesma memória afetiva, botânica diferente.
Também chamada de mastruz. Aroma forte e inconfundível, folhas dentadas e crescimento espontâneo.
Uso terapêutico: Na medicina popular brasileira é lembrada em preparos ligados ao aparelho digestivo e a compressas externas. Planta potente: seu uso interno pede orientação profissional.
Usos tradicionais: Na medicina popular, um dos remédios caseiros mais conhecidos do Brasil; Folhas usadas em pequenas quantidades na culinária mexicana (epazote); Uso interno com moderação e orientação
Curiosidade: No México é tempero obrigatório do feijão preto; no Brasil, virou símbolo do cuidado das avós.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Arbusto de folhas duras com bordas espinhosas, nativo da Mata Atlântica e dos campos do sul.
Uso terapêutico: Popularmente associada ao conforto do estômago, sobretudo em casos de azia e má digestão. É uma das plantas medicinais brasileiras mais estudadas e respeitadas.
Usos tradicionais: Uma das plantas medicinais brasileiras mais estudadas; Popularmente associada ao conforto gástrico; Consumo em infusão, com moderação
Curiosidade: Integra a lista de plantas medicinais de interesse do SUS, reconhecida pela pesquisa brasileira.
Pequena herbácea de folhas naturalmente doces: basta mastigar uma folha para sentir.
Uso terapêutico: Tradicionalmente utilizada como adoçante natural das infusões, sem açúcar. Popularmente associada ao cuidado de quem busca reduzir o consumo de doces.
Usos tradicionais: Adoçante natural para chás e infusões da Casa de Chás; Folhas frescas ou secas em misturas de ervas; Não altera a doçura com o calor da água
Curiosidade: É usada pelo povo Guarani há séculos, que a chama de kaá-hê-ê: a erva doce.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Trepadeira vigorosa de folhas lisas e brilhantes, com aroma adocicado de baunilha ao secar.
Uso terapêutico: Na medicina popular brasileira, o guaco é muito lembrado por sua relação com o sistema respiratório. É tradicionalmente associado a preparos voltados para tosse, congestão e cuidado das vias aéreas, sempre com orientação adequada.
Usos tradicionais: Tradicionalmente associada ao conforto respiratório; Base de xaropes caseiros na cultura popular brasileira; Infusão leve, de sabor suave
Curiosidade: O perfume de baunilha das folhas secas vem da cumarina, o mesmo composto do capim-santo-do-campo.
Erva rasteira de perfume fresco, que se espalha rápido e pede um canteiro só seu.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associada ao conforto digestivo, à sensação de frescor e ao alívio de enjoos leves. Na cultura popular aparece em chás, xaropes caseiros e na cozinha.
Usos tradicionais: Chá clássico após refeições; Presente em saladas, sucos, molhos e sobremesas; Popularmente associada ao conforto digestivo
Curiosidade: Na Grécia antiga, ramos de hortelã eram esfregados nas mesas antes de receber visitas.
Trepadeira de folhas suculentas e raízes aéreas finas, comum em muros e cercas vivas.
Uso terapêutico: Nome popular associado a diferentes espécies, conforme a região. Na cultura popular é lembrada em infusões relacionadas ao equilíbrio metabólico, uso que exige acompanhamento profissional.
Usos tradicionais: Recebeu o nome popular por um uso tradicional na medicina caseira; Consumo requer orientação profissional; Cresce fácil e cobre estruturas com beleza
Curiosidade: Suas raízes aéreas descem como cortinas finas, dando origem ao apelido 'cortina-japonesa'.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Arbusto espinhoso de frutinhas verdes e amargas, típico do cerrado e das beiras de estrada.
Uso terapêutico: Popularmente associada ao fígado e à digestão de refeições pesadas. Erva amarga tradicional, presente em licores e infusões caseiras do interior do Brasil.
Usos tradicionais: Frutos em conserva, muito apreciados em Minas Gerais; Popularmente associada ao conforto do fígado; Amargor característico nas infusões
Curiosidade: A famosa 'jurubeba com cachaça' é um dos aperitivos mais tradicionais do interior brasileiro.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Arbusto de flores roxas em espiga e perfume inconfundível. Ama sol e solo leve.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associada ao relaxamento, ao sono e ao alívio da ansiedade cotidiana. Aparece em infusões suaves, sachês, banhos e óleos aromáticos.
Usos tradicionais: Infusões e sachês associados ao relaxamento; Óleo essencial em massagens do SPA Azaleia; Perfuma banhos, escalda-pés e ambientes
Curiosidade: O nome vem do latim lavare, lavar, porque os romanos perfumavam com ela a água dos banhos.
Herbácea de florzinhas amarelas douradas e aroma doce, colhida tradicionalmente na Semana Santa.
Uso terapêutico: Popularmente associada ao conforto digestivo e ao relaxamento, é a erva das travesseiras do interior. Tradicionalmente colhida na Semana Santa e guardada para o ano todo.
Usos tradicionais: Infusão popularmente associada ao conforto digestivo e ao sono; Flores secas recheiam travesseiros aromáticos; Presente em banhos de ervas
Curiosidade: No sul do Brasil, a colheita da macela na Sexta-feira Santa é um ritual coletivo que atravessa gerações.
Herbácea de flores lilases e folhas arredondadas, com textura levemente mucilaginosa.
Uso terapêutico: Tradicionalmente lembrada por sua mucilagem suave, associada ao conforto da garganta, da boca e da pele. Aparece em gargarejos e compressas caseiras.
Usos tradicionais: Tradicionalmente usada em gargarejos e infusões suaves; Folhas jovens em refogados e sopas; Popularmente associada ao conforto da garganta
Curiosidade: Era chamada pelos romanos de omnimorbia, 'a cura de todos os males', uma reputação antiga e generosa.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Erva anual de folhas brilhantes e aroma quente, que floresce rápido e atrai polinizadores.
Uso terapêutico: Popularmente associado ao bem-estar digestivo e ao ânimo, além do uso aromático. Na tradição, seu perfume é ligado à sensação de acolhimento na casa.
Usos tradicionais: Estrela do pesto, das massas e das saladas de verão; Infusão leve e perfumada; Presente em banhos de prosperidade na cultura popular
Curiosidade: Na Índia, o manjericão-sagrado (tulsi) é cultivado em pátios de templos como planta de devoção.
Trepadeira de frutos rugosos e alaranjados quando maduros, muito comum em terrenos livres.
Uso terapêutico: Na medicina popular é lembrado em preparos externos para a pele e em infusões ligadas ao equilíbrio do organismo. Planta potente: uso interno requer orientação profissional.
Usos tradicionais: Fruto imaturo usado na culinária asiática; Na medicina popular, folhas em banhos de pele; Uso interno pede orientação profissional
Curiosidade: Quando maduro, o fruto se abre sozinho e revela sementes vermelhas brilhantes, num pequeno teatro botânico.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Erva de folhas enrugadas e perfume de limão, que gosta de meia-sombra e umidade constante.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associada à calma, ao sono e ao alívio da agitação. Na fitoterapia popular é uma das infusões mais clássicas para acolher o sistema nervoso.
Usos tradicionais: Chá tradicionalmente associado ao relaxamento; Perfuma águas aromatizadas e sobremesas; Muito procurada na Casa de Chás ao fim da tarde
Curiosidade: Melissa significa 'abelha' em grego: as flores são um ímã para polinizadores.
Híbrido natural de folhas escuras e mentol intenso, mais forte e refrescante que a hortelã.
Uso terapêutico: Popularmente associada ao frescor, ao conforto digestivo e ao alívio da sensação de congestão. Tradicionalmente usada em infusões e inalações caseiras.
Usos tradicionais: Infusões refrescantes, quentes ou geladas; Popularmente associada ao conforto digestivo e respiratório; Presente em inalações e escalda-pés
Curiosidade: É um cruzamento espontâneo entre hortelã e menta-aquática, descoberto na Inglaterra no século XVII.
Arbusto de folhas aveludadas e aroma resinoso, que floresce em cachos claros no inverno.
Uso terapêutico: Nome popular associado a diferentes espécies, conforme a região. Na tradição é lembrada em defumações e preparos aromáticos ligados ao relaxamento e à limpeza de ambientes.
Usos tradicionais: Tradicionalmente usada em defumações e limpezas de ambiente; Folhas em banhos aromáticos; Perfume marcante ao ser tocada no canteiro
Curiosidade: Herdou o nome da mirra bíblica pela semelhança do aroma resinoso usado em incensos sagrados.
Herbácea de folhas finíssimas e flores brancas em corimbo, resistente e cheia de presença.
Uso terapêutico: Nome popular associado a diferentes espécies, conforme a região. Na cultura popular é tradicionalmente lembrada em infusões ligadas ao alívio de desconfortos leves e à sensação de bem-estar.
Usos tradicionais: Infusão popularmente associada ao alívio de desconfortos leves; Usada em compressas na medicina caseira; Flores secas em sachês e misturas de chá
Curiosidade: Seu nome científico homenageia Aquiles, que segundo a lenda tratava feridas de guerra com esta planta.
Árvore de folhas bilobadas, iguais a uma pegada, e flores brancas grandes e perfumadas.
Uso terapêutico: Popularmente associada ao equilíbrio metabólico e ao efeito diurético leve. Muito conhecida no Brasil, seu uso pede acompanhamento profissional.
Usos tradicionais: Uma das plantas medicinais mais tradicionais do Brasil; Infusão de folhas na medicina popular; Uso contínuo requer acompanhamento profissional
Curiosidade: As flores abrem à noite e são polinizadas por mariposas e morcegos: um jardim que trabalha no escuro.
Menta rasteira de folhas pequenas e aroma potente, que forma tapetes verdes perfumados.
Uso terapêutico: Tradicionalmente associado ao cuidado das vias respiratórias, sobretudo em xaropes caseiros de inverno. Planta aromática potente, usada em pequenas quantidades.
Usos tradicionais: Tradicionalmente usada em xaropes caseiros e inalações; Popularmente associada ao conforto respiratório; Aroma forte: pequenas quantidades bastam
Curiosidade: Em Portugal, o poejo perfuma a tradicional sopa alentejana, reunindo medicina e cozinha na mesma folha.
Roseta de folhas largas e nervuradas, que nasce espontânea em gramados e caminhos.
Uso terapêutico: Popularmente associada ao conforto da garganta e a pequenos cuidados da pele. Tradicionalmente usada em gargarejos, compressas e infusões leves.
Usos tradicionais: Tradicionalmente usada em gargarejos e compressas; Folhas jovens em refogados e saladas; Popularmente associada ao conforto da garganta
Curiosidade: Povos indígenas norte-americanos a chamavam de 'pegada do homem branco', pois brotava por onde os colonos passavam.
PANC, planta alimentícia não convencional.
Herbácea de folhagem arroxeada e flores em botões esbranquiçados, rústica e ornamental.
Uso terapêutico: Na medicina popular é lembrada em compressas e infusões associadas ao cuidado de pequenas feridas e irritações. Uso interno requer orientação profissional.
Usos tradicionais: Na medicina popular, folhas em compressas e infusões; Cultivada como bordadura colorida no herbário; Uso interno requer orientação profissional
Curiosidade: Ganhou apelido de antibiótico de farmácia pela fama caseira, e esse nome atravessou o Brasil de norte a sul.
Assistente do Herbário
Escolha uma intenção e o assistente sugere espécies do nosso próprio canteiro, apenas plantas realmente cultivadas no herbário do O Bosque.
Continuação sensorial
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Aviso responsável
As informações sobre plantas medicinais têm finalidade educativa, cultural e histórica. Elas não substituem orientação médica, fitoterápica ou acompanhamento profissional. Algumas plantas podem ter contraindicações, toxicidade ou interações com medicamentos.
É um jardim vivo em Joanópolis, na Serra da Mantiqueira, com 36 espécies medicinais, aromáticas, culinárias, rituais e PANCs cultivadas de forma agroecológica e identificadas com nome popular e científico.
É o ritual da Casa de Chás Cidreira: um quiosque de madeira e sapé em meio à mata onde a infusão é preparada com ervas colhidas na hora, escolhidas por intenção: calmantes, digestivas, respiratórias ou refrescantes.
Sim. O herbário e a Casa de Chás fazem parte das experiências do O Bosque e estão abertos a hóspedes, retiros, grupos e visitas guiadas, mediante agendamento pelo WhatsApp.
Não. O conteúdo tem finalidade educativa, cultural e histórica, e não substitui orientação médica, fitoterápica ou acompanhamento profissional.
O herbário e a Casa de Chás fazem parte das experiências do O Bosque, abertos a hóspedes, retiros, grupos e visitas guiadas.